A Morte e o Cavaleiro do Rei

A Morte e o Cavaleiro do Rei

Temos ações afirmativas

Wole Soyinka – tradução de Adriano Migliavacca
(2024, peça de teatro – dramaturgia, Escola de Poesia Amefricana)
Em 1946, na cidade yorubana de Òyó, outrora capital de um grande império, um suicídio ritual é impedido pelas autoridades coloniais britânicas ali estacionadas. Em vez de garantir a manutenção de uma vida, tal decisão deflagra caos na comunidade, pois perturba a própria estrutura espiritual do mundo yorubano – o equilíbrio entre os reinos dos vivos, dos ancestrais e dos não-nascidos. A partir desse evento traumático, Wole Soyinka constrói uma das mais emblemáticas peças de teatro da moderna literatura africana. O conflito entre noções de vida e morte toma a forma de intensa poeticidade, fundada na riqueza da oralidade yorubana, que é, nas palavras do próprio protagonista, “hálito e fonte” de seu ser.

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